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  • Foto do escritorMárcio Freitas

REJUVENESCIMENTO FACIAL

As opções para tratamento de rejuvenescimento facial não cirúrgico aumentaram significativamente tanto na disponibilidade quanto na popularidade nas últimas duas décadas.


No entanto, ainda há uma escassez de diretrizes de prática clínica e recomendações baseadas em evidências para esses procedimentos. O objetivo deste artigo é avaliar a presença de pesquisas atuais de alto nível para vários métodos de rejuvenescimento facial não cirúrgico usando o Oxford Centre for Evidence-Based Medicine.


As injeções de toxina botulínica continuam sendo o método mais estudado, com vários ensaios clínicos randomizados orientando recomendações de segurança e eficácia. Vários estudos sobre enchimentos injetáveis documentam complicações e recomendações para evitá-las, mas os tamanhos das amostras são pequenos e muitos não são comparativos.

O ácido desoxicico foi bem examinado e aprovado pela Food and Drug Administration para tratar a gordura submental, mas não foi estudado em outras áreas do rosto.



Embora peelings químicos, resurfacing de pele a laser, rejuvenescimento facial baseado em energia, microagulhamento e plasma rico em plaquetas tenham uma variedade de aplicações de rejuvenescimento facial com perfis mínimos de efeitos colaterais, há uma variabilidade significativa com protocolos de tratamento, medidas de resultados e ensaios clínicos randomizados com acompanhamento estendido para desenvolver diretrizes de prática clínica

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